OBJETIVOS DO BLOGUE

Olá, bem-vindo ao blog "Chaves para a Sabedoria". A página objetiva compartilhar mensagens que venham a auxiliar o ser humano na sua caminhada espiritual. Os escritos contém informações que visam fornecer elementos para expandir o conhecimento individual, mostrando a visão de mestres e sábios, cada um com a sua verdade e experiência. Salientando que a busca pela verdade é feita mediante experiências próprias, servindo as publicações para reflexões e como norte e inspiração na busca da Bem-aventurança. O blog será atualizado diariamente com postagens de textos extraídos de obras sobre o tema proposto. Não defendemos nenhuma religião em especial, mas, sim, a religiosidade e a evolução do homem pela espiritualidade. A página é de todos, naveguem a vontade. Paz, luz, amor e sabedoria.

Osmar Lima de Amorim


sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

CICLOS E MUDANÇAS (2ª PARTE)

"(...) A Teosofia dá especial importância ao número sete. Se considerarmos atentamente esse número, descobriremos que ele ocorre em toda parte no ciclo da vida. Também tem relevância em muitos textos sagrados. Na Bíblia, vemos que Deus criou a Terra em seis dias e no sétimo dia descansou. A palavra sete (em hebraico) aparece 392 vezes na Bíblia (7 x 7) + (7 x 7 x 7) ou 392 = 7² + 7³. Helena Blavatsky, cofundadora da Sociedade Teosófica, sugere que 'tudo é setenário, tanto no universo metafísico quanto no físico.'

Em nossa jornada humana atravessamos estágios definidos de evolução. Nossos primeiros sete anos estão focados principalmente no desenvolvimento do corpo, nos órgãos e nos sentidos. Nos sete anos seguintes desenvolvemos as emoções e a mente racional. Todos sabemos que as crianças descobrem como obter o que desejam quando percebem as fraquezas emocionais de seus pais. No terceiro ciclo, de 14 a 21 anos, a puberdade desabrocha com um outro conjunto de energias para integrar nosso ser. 

Ao longo dos três primeiros períodos de sete anos desenvolvemos os veículos físico, emocional e mental (que constituem a personalidade), e o uso de nossos sentidos (visão, audição, tato, olfato e paladar) nos permite agir como interface com esse mundo no qual encarnamos. Em cada encarnação levamos o que parece um longo tempo antes de termos um veículo que possa funcionar de maneira apropriada nesse mundo, mas logo que o obtemos, ele atrai toda a nossa atenção e assim logo esquecemos, tal como uma criancinha, que nosso reino de realidade é muito mais do que apenas físico. Certamente o desenvolvimento jamais para de fato, e em cada encarnação melhoramos um pouco mais."

(John Vorstermans - Ciclos e mudanças - Revista Sophia, Ano 12, nº 52 - p. 13)


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