OBJETIVOS DO BLOGUE

Olá, bem-vindo ao blog "Chaves para a Sabedoria". A página objetiva compartilhar mensagens que venham a auxiliar o ser humano na sua caminhada espiritual. Os escritos contém informações que visam fornecer elementos para expandir o conhecimento individual, mostrando a visão de mestres e sábios, cada um com a sua verdade e experiência. Salientando que a busca pela verdade é feita mediante experiências próprias, servindo as publicações para reflexões e como norte e inspiração na busca da Bem-aventurança. O blog será atualizado diariamente com postagens de textos extraídos de obras sobre o tema proposto. Não defendemos nenhuma religião em especial, mas, sim, a religiosidade e a evolução do homem pela espiritualidade. A página é de todos, naveguem a vontade. Paz, luz, amor e sabedoria.

Osmar Lima de Amorim


sexta-feira, 7 de outubro de 2016

A DEVOÇÃO DEVE SER COMPLETA (PARTE FINAL)

"(...) Alguns perguntam, às vezes: 'Se eu fizer todas essas coisas, quanto tempo levará para o Mestre me pôr à prova?' Não haverá nenhuma demora, mas nesta pergunta toda a virtude está na palavra 'se'. Não é fácil fazê-las perfeitamente, e se tal fosse necessário, sem dúvida só depois de muito tempo poderíamos contar com o discipulado. Mas um dos Mestres disse: 'Aquele que faz o melhor possível, basta-nos.' Se a alguém não lhe apraz o serviço por amor ao próprio serviço, mas está apenas na expectativa do prêmio do reconhecimento oculto, esse não está realmente animado do reto espírito. Se tem a atitude correta, ele prosseguirá incansavelmente com o bom trabalho, deixando que o Mestre anuncie a Sua satisfação quando e como o preferir.

Nesta matéria nossos irmãos hindus mantêm uma tradição certa. Eles diriam: 'Vinte ou trinta anos de serviço não é nada; na Índia há muitos que têm servido durante todas as suas vidas e nunca receberam qualquer reconhecimento externo, embora internamente sejam guiado por um Mestre.' Deparei-me com um exemplo destes há poucos anos atrás: Tive que fazer algumas pesquisas destas, referentes a alguns de nossos irmãos indianos, e a resposta do Mestre foi: 'Durante quarenta anos os tenho tido sob observação; que se contentem com isso.' E de fato ficaram mais do que contentes. Depois disso, posso mencionar, eles receberam ulteriores reconhecimento, e tornaram-se Iniciados. Internamente o nosso irmão indiano sabe que o Mestre está ciente de seus serviços; mas o discípulo não cogita se o Mestre toma ou não qualquer conhecimento externo disso. Certamente se sentiria sumamente feliz se o Mestre o mencionasse, mas se tal não acontece, ele continua exatamente o mesmo."

(C.W. Leadbeater - Os Mestres e a Senda - Ed. Pensamento, São Paulo, 2004 - p. 77/78

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